segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Once Upon a Time: "True North" Series Review


"Humm... Calorias!!"





Once Upon a Time volta com toda a sua glória em um ótimo episódio que apesar de não progredir muito na história principal não falha em nos divertir e nos brinda com um final misteriosamente maravilhoso.

O "caso" da semana, por assim dizer, é a história de João e Maria que foi levemente adaptada, ganhando um tom mais sombrio, esquecendo-se dos pássaros e trazendo uma bruxa cega de Q.I inigualável que alimenta-se de criancinhas.Muito embora não seja assustador o suficiente para te fazer pular da cadeira, traz um certo clima sombrio a história de uma forma leve e agradável.

Basicamente, o conto seria assim: João e Maria cortavam madeira com seu pai, que lhes dera uma bússola para o caso de se perderem. Ao saírem, nossa mais que especial evil das evils Bruxinha do mal, rapta o pai das pobres crianças, que ao voltarem e não encontrarem seu pai, saem correndo para procura-lo esbarrando no caminho da dita cuja que os promete ajuda se roubarem da bruxa cega da casa calórica uma sacola preta.

Por aqui, João e Maria são apenas duas crianças órfãs que procuram seu pai para não serem separadas pelo serviço social americano.Assim, atuam como ladrões para se sustentar, e guardam como único objeto pertencente a seu pai uma certa bússola ja conhecida por nós.

A sempre caridosa Emma com sua confidente Maria Margarida, vulgo branca de neve, tenta ajudá-los durante os 43 minutos e 21 segundos que embalam este episódio.Nossa aventureira entra na loja de Sr. Gold promete tolerá-lo e consegue o nome do pai dos pimpolhos. Simples assim, não?

Não. Definitivamente não. O pai não quer as crianças por não saber se poderia cuidar delas apropriadamente, enfrentando o mesmo dilema que Emma uma vez passou. A trama põe em pauta temas como o abandono de crianças, com direito a Emma mentindo para o jovem Henry sobre seu pai, dizendo que o dito cujo teria vivido e morrido como um bombeiro heróico, quando toda a verdade que nos é revelada por meio de uma confissão a Maria Margarida seria que o infame bombeiro é um canalha.

Por fim, cedendo a pressão de Regina, Emma leva as pobres crianças para Boston em seu lindo carrinho, mas não sem um trunfo na manga. Nossa aventureira e sua camisa nova param na estrada logo ao sair da cidade, porque o carro, bem , "pifou". Assim o mecânico da cidade, que também é o papai das crianças vem socorrê-la e ao ver seus filhos, hesita, e por fim decide assumir sua responsabilidade como pai, trazendo um felizes para sempre que não se concretizaria nos contos de fada uma vez que nossa Rainha do Mal os transporta para o meio de uma floresta depois que negam seu convite de moradia no castelo.

Por fim, a infame Rainha do Mal conta para seu prisioneiro a oferta que fez aos pimpolhos e o questiona qual a bruxaria poderosa que ele teria feito para aliciar os menores de tal forma. Ele a dá lição de moral sobre valores de família, o que realmente compôs uma cena interessante.

E quando você achava que o episódio adorável havia chegado ao fim, eis que somos brindados com uma surpresa. Um estranho chega em Storybrooke! Apesar de não parecer tão chocante, realmente abre um certo arco de possibilidades para incrementar a mitologia da história.

Enfim, tivemos um episódio que muito embora filler, foi incrivelmente divertido.

Até próxima semana,




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